ESTRELA DAS ÁGUAS BLOG DE LITERATURA INFANTIL

sábado, 15 de fevereiro de 2014

DE VOLTA AO BRASIL COM IMENSA ALEGRIA POR TER PISADO EM TERRITÓRIO SANTO



Quando eu estava em Cafarnaum, na Igreja construída ao lado da Sinagoga onde Jesus ensinava e em cima da casa da sogra de Pedro, eu ouvi o silêncio de Cafarnaum e era um silêncio tão gostoso, muito descanso, uma paz do céu (uma experiência de eternidade), pois Jesus estava ali, junto conosco, junto com Pe. Edimilson, pregando para nós.
Poder ouvir os Teus ensinamentos e não ser como o povo de Cafarnaum, que mesmo com tudo feito pelo Senhor ali, eles não creram e a cidade algum tempo depois foi destruída por um terremoto.
Jesus, em Cafarnaum encontrei-me contigo para reafirmar minha fé.
Logo depois no monte das Bem-aventuranças, deitei minha cabeça em Seu colo para ouvir sobre pureza, pobreza (daquele que tudo precisa de Ti) e misericórdia. Senhor, colei meus ombros nos Teus para sentir que é vivo, é o meu Deus e eu Te amo, como afirmei por três vezes em nosso encontro com as mãos banhadas nas águas do mar da Galileia, vestida das roupas de Pedro.
08-02-2014 – Nívea\Terra Santa
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Getsemani é prensa para prensar azeitona

A primeira prensa da azeitona é o azeite mais virgem. É dele que se retira o primeiro azeite para dar ao Templo (dízimo)
A segunda prensa é o azeite de mesa, para alimento
A terceira prensa é o azeite como combustível para iluminar                        
A quarta prensa é o azeite que serve de remédio
Depois disso o bagaço que sobra serve como ração
Depois disso o caroço da azeitona serve para queimar e aquecer
E depois disso nada sobra, nada é desperdiçado
Jesus é como a azeitona no Getsemani.
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A tradução para “Belém”:  a casa do pão.
Gafanhoto, alimento de São João Batista, é planta e não bicho e tem gosto de chocolate.
A agulha por onde não passaria um camelo são fendas abertas nas muralhas de Jerusalém, por onde se punham as armas de guerra para proteger a cidade santa.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

DE MALAS PRONTAS RUMO À TERRA SANTA



Hoje tenho em minha boca
Uma canção de despedida:
Não posso ser a mesma
Pisarei os passos do Senhor
Como se fosse uma mulher
Feito Maria, a irmã de Lázaro
Ou a Madalena, ou a Santa Mãe
Eu serei a mulher do poço e seus muitos maridos
Ou serei a hemorroísa, com doze anos de sofrimento e fé
                   
Para pisar os caminhos do Senhor eu preparei mala, fotografias
E mãos postas
Meu coração vigia, olho o chão que piso (solo sagrado)
Olho pro céu adivinhando as cores que ele terá
Piso sagrado para os Teus pés
(Que sempre me encontram)
Abençoa-me no Sagrado de Tua Terra Santa
Faz-me um vaso novo capaz de carregar por tantos mares
As águas puras.

...Nívea...